Já enfatizamos o suficiente que The OC É DRAMA, mas acho que faltou dar base a estes comentários. E como todos gostamos de uma bela listinha, tratei de montar e ordenar os maiores causadores do programa – que graças a Deus não trouxe nenhuma Camila raspando o cabelo tocando Lara Fabian… Mas renderam momentos inesquecíveis!!!
Julie Golpista Cooper
A maior de todas as bafonésias só poderia ser a pilantra da Julie Cooper. A prova de que bafon é coisa de família! E nisso ela soube educar tanto Marissa quanto Kaitlen. Julie simplesmente causava: teve caso com o namorado da filha, deu o golpe do baú no pai da melhor amiga, enganou a sócia que tentou ajudá-la, tentou separar a filha do namorado e, depois quando eles não queriam mais ficar junto, ela é que queria. São tantos bafons que fica difícil colocar numa ordem. Dava para fazer um lista de 100 melhores em um especial do E!…
Free Marissa
Filho de peixe, peixinho é… E se Julie Cooper era um peixe, deve ter sido um bacalhau, pq a coisa fedia. Já sua filha Marissa era bafonésia mas nem tanto. O mais legal é como os roteiristas de The OC cruzavam as informações. Lembra que já deduramos a “ladrona” da Marissa? Pois é, assim como Winona Rider, nossa querida Drama Queen Surfistinha também tinha problemas com cleptomania. Esse é um dos bafons, mas o legal disso tudo é que depois que Marissa atira no Trey (ops… Spoiler!) ela é julgada e ameaçada de ir presa. Foi então que o pessoal de Orange County inventou um manifesto: Free Marissa!!! Eu queria uma camiseta ou um boton oficial do movimento… Quem não lembra do Free Winona???
Kaitlin e seu poney careca
A menina era insuportável já de pequena. Chatinha desde o episódio piloto (quando era interpretada por outra atriz). Tão chata que conseguiu estressar seu poney e deixá-lo careca. Depois foi mandada para o internato. Causou tudo o que podia e voltou para o condado laranja. Nisso seus queridos coleguinhas de classe começaram a perseguí-la. Não contente fez um inferno na vida da irmã. Introduziu Seth às drogas e… Ah, vamos parar por aqui. Acho que já viram que o currículo da garota é extenso.
Charlote, bêbada e amiga falsa nas horas vagas
Essa foi A GRANDE pilantra. Conheceu Kirsten na rehab, se aproveitou de um momento de fraqueza tornando-se “amiga” da loira magoada. Mas como amiga mesmo a Kirsten só tinha a Nathasha (Vodka). Com o tempo se apegaram – o suficiente para Kiki deixar de lado marido e filho. Continuou com o plano, que já estava capenga, até Julie Cooper descobrir o esquema. Foi então que as megeras se uniram, mas por força do destino a mãe Cooper decidiu ser honesta e apoiar a amiga que sempre esteve lá por ela. Momento redenção máxima da série. A participação de Charlote foi pequena, até porque não tinha mais bafon pra causar, Julie Cooper já tinha esgotado a imaginação dos roteirista.
Os Genes (ou Jimmys) do mal
Encerrando, vamos colocar algum homem nesta lista!!! Ele vem comprovar que pilantragem é legado dos Cooper. Há um cromossomo, uma particular de DNA, um gene ou qualquer coisa do tipo que empurra essa família a ter um comportamento paraguaio. São propensos ao pilantrismo por hereditariedade, não é possível. Jimmy Cooper gastava até o que não era dele. Não dizia não à família e no final ia chorar as pitangas para Kiki, que sempre foi boazinha demais – para não dizer burra! Mesmo assim o cara voltava a se meter em merda. Fez tanta burrada que os roteiristas não tinham mais o que inventar, então fizeram ele fugir, assim, do nada… E dizem que os opostos se atraem… Jimmy e Julie era perfeitos um para o outro!